domingo, 24 de agosto de 2008

Sobre o sexo oral

O sexo oral é um dos principais ingredientes para que o sexo entre dois namorados ou parceiros fiquem realmente satisfeitos em uma transa, porque ele faz parte da coisa mais gostosa do sexo que são as preliminares, coisa que enlouquece tantos nós homens, como as mulheres.

Existem pessoas que ainda resistem a isso, como se fosse nojento faze-lo, pode até ser no caso de você não conheça ainda a pessoa, em um sexo casual depois de uma balada por exemplo.
Mas entre namorados ou ficantes, parceiros em geral, não há o porque se intimidar com isso, porque o sexo pode não ser o tudo da relação, mas é essencial hoje no mundo moderno para que se evite traições banais.
achei na internet algumas coisas e complementarei também.

1-) Surpreenda. É um saco ter que pedir pra garota chupar ou dar a famosa (e inconveniente) tocadinha na cabeça dela pra mostrar o caminho. Quando vocês tiverem trocando uns amassos vai lá e cai repentinamente de boca;

2-) Oral fast-food não. É bem desagradável aquelas garotas que só fazem oral por obrigação, para seguir a cartilha do sexo, e ai dão uma chupadinha de 30 segundos bem meia boca. Se você não gosta, não faça. Se fizer, perca uns minutinhos com o meninão. (não to falando pra cronometrar, mas tenha feeling);

3-) Cuidado nas mordidas. Uma mordidinha de leve é até que interessante. Agora não morda como se fosse um chiclete, a cabeça é extremamente sensível, alguns joules a mais viram uma tortura.

4-) Cuidado com os dentes. Esse é o mais comum. Tem mulheres que não abrem a boca direito ou que movimentam o meninão com os dentes, e ai fica raspando o dente no garoto. Tente usar mais o lábio.

5-) Utilize temperos. Há uma série de ingredientes que colaboram pra deixar o oral mais interessante. Um deles é o halls preto e a aguá gelada (ou a combinação explosiva de ambos). Ponha um na boca e toma uns goles de água, depois caia de boca, é indescritível a sensação. Leite condensado e marshmallow também são uma boa pedida.

6-) Olhar de rabo de olho. Esse é curioso, mas muitos homens adoram quando a garota está fazendo um oral e ela olha nos olhos do cara com aquela cara de cachorro pidão.

7-) E o saco? Algumas mulheres tem nojo, outras o ignoram e poucas conhecem o poder que o saco tem. Um oral bem feito abrange esse amigo do meninão. Há um monte de terminação nervosa nele, o que o torna uma boa fonte de prazer quando estimulado. Dê umas lambidas e chupadas nele (de leve), o resultado é imediato.

8 -) Elogie. Eu sei que pra muitas mulheres isso é um pouco constrangedor. Mas, um elogio curto e sincero (principalmente) é sempre muito bem vindo e inesquecível (homem adora quando elogiam o seu membro, já falei isso).

9-) A polêmica, engole ou cospe? Pra mim isso é indiferente. O que é bem excitante é gozar na boca da garota, não por que me dá prazer em ve-la com esperma na boca, mas por que na hora do gozo o pau está sendo estimulado e isso prolonga o prazer.

10-) Beijo ele depois de chupar? Tai uma pergunta que muitas mulheres me fazem e fico indignado com a escrotidão de alguns homens. Po, a mulher chupou o pau do cara, por que ter nojo de beijá-la novamente? Isso eu acho meio injustificável. É ser muito fresco.

Enfim, é claro que assim como o beijo, não há uma fórmula pronta para se tornar expert, mas tendo atenção nesses detalhes é certeza de que o cara ficará amarradão no seu oral.



A maioria dos homens tem muito preconceitos com isso ainda, principalmente sobre a parte "pós oral" e aí, beijo ela ou não.

Pow!!! se o cara tem nojo do próprio "pinto", então o melhor é ele conserva-lo para empalhar mesmo..

Algumas coisas do sexo oral são boas de serem ditas:

fazer oral na namorada que trabalhou o dia todo, partindo daquele momento de tesão que pintou, muitas vezes não é boa coisa, é necessário que os dois se "produzam" quanto a essa parte do corpo. aquele creme cheiroso que se passa por perto da região, ajuda a dar um ar de caprichosa e caprichoso, aquela calcinha provocante e o homem com uma cueca justinha toda mulher adora, faz com que se crie mais desejo nos parceiros, algumas mulheres até não gostam, mas pêlos pubianos raspadinhos são show para que o homem possa agrada-la muito bem.

O sexo oral vem antes da penetração é talvez seja até a parte mais importante porque faz parte das preliminares, por isso não é bom despreza-lo.

“Meu namorado terminou comigo, mas ele sempre me procura. Será que ele quer voltar?”




Impressiono-me com a ingenuidade ou cegueira de algumas mulheres quando estão apaixonadas. Talvez ela finja não saber a resposta a essa pergunta.

Olha, na maioria das vezes quando o cara termina com a namorada é por que o sentimento ou não existe mais ou ficou fraco a ponto de o namoro não ser mais interessante (salvo raras exceções, por exemplo, quando a mulher fez uma merda gigantesca). “Mas, por que ele volta a me procurar?” Algumas (raras) vezes é pra tentar reatar, mas na grande maioria é um só motivo, sexo.

Depois de namorar um tempo razoável, o cara acaba perdendo a pegada e muitos contatos de mulheres remédio. Imagina então alguém que está habituado a transar toda semana, senão dia, de repente fica um mês na seca. Como ele tem à sua ex toda carente a disposição, acaba ligando pra poder dar umazinha.

E isso é ruim? Bom, ai cabe você responder. Geralmente, quando é o cara que termina, a mulher ainda tem um sentimento por ele e ai voltar a sair junto só irá prolongar a dor. Agora, se você sabe dividir as coisas e também quer continuar dando umazinha enquanto não arranja outro, aproveite. Mas, eu aposto minhas fichas que você depois vai ficar chorando pelos cantos ou pras amigas.

E só mais uma dica pra esse caso. Se o cara terminou contigo e não quer voltar, não seja crica, cai fora! É extremamente inconveniente terminar com a garota e ela ficar chicletando depois, seja por SMS, e-mail, mandando recadinhos por amigos em comum, dando indiretinhas em nicks (exemplo, “Quem não dá assistência, abre concorrência, perde preferência (…)”, “Depois de você, os outros são os outros”, trechos de música piegas ou frases prontas em geral). Tenho conhecidas que chegaram ao cúmulo do ridículo de conversar com a mãe do cara (as vezes até com mais parentes)!

Outro dia fiz uma pergunta em uma comunidade de orkut, falando sobre:
"Ela procura um namorado"
O tema era este perguntando sobre o porquê das mulheres aparentarem ter dificuldades em se sentir bem sozinhas ou só ficando, já que era essa liberdade que a mulher moderna hoje pode desfrutar.
Muitas disseram que era a carência feminina, outras disseram que é um preconceito das próprias mulheres em ver outras sozinhas e atribuir algum tipo de problema a elas(vou até fazer um tópico sobre isso aqui), uma até comentou uma situação interessante que houve com ela:

Ela disse estar passeando e encontrou uma amiga com seu namorado, a amiga lhe perguntou:
"nossa fulana, você está sozinha? porque? o que aconteceu? o que há de errado?"
ela disse que se sentiu sendo de outro planeta.

Então independente do motivo, a mulher que já está acostumada a estar com alguém e ter sexo com frequência, dificimente irá se sentir bem sozinha ou tendo que cada vez que estiver afim, ir procurar sexo em uma balada ou com alguém estranho, a maioria das mulheres procura mesmo o ex namorado, que a estas horas, está sozinho e curtindo as noitadas ou então está se relacionando com alguma mulher coisa nada séria.

Dai o erro aparece por esta conveniência que aparenta ser voltar a procurar o ex porque é mais fácil o sexo, porque já estiveram juntos antes e porque os dois já se conhecem na cama, mas isso pode e é muitas vezes uma armadilha para ela, e até para ele também, porém mais para ela, que tem até um pouco de medo de começar a conhecer pessoas novas.


Uma relação, por mais que tenha sido boa se ela terminou foi porque ocorreram razões mais fortes do que a parte boa dela, e por isso mesmo, vejo na grande e quase totalidade, dos que voltam a se relacionar continuam tendo os mesmos problemas do passado.


Lembre-se, a insistência nesse caso não reata um namoro, pelo contrário, pode acabar até com uma possível amizade.

Revistas femininas, cuidado com as “dicas”

Revistas femininas, cuidado com as “dicas”



Como homem e por gostar sempre de estar bem informado com as "novidades" em novos termos e tipos de armas para sedução que as mulheres costumam aprender nas revistas femininas, fiquei impressionado com uma revista feminina, daquelas que em toda capa tem algo do tipo “x dicas para enlouquecer seu homem”. Olha, algumas coisas ali têm até muita pertinência, mas outras são uma tremenda bobagem.

Nesta especificamente tinha uma personal sex trainner (?!!?!!) que dava dicas para as mulheres incendiarem na cama. Uma das dicas era que a mulher deve aguçar todos os sentidos do homem, ou seja, ela deveria esborrifar seu perfume pelo ambiente (deve ficar meio enjoativo, mas blz), deveria lambuzar seu corpo com chocolate (dependendo do lambuzar, ok), colocar uma música bem romântica (Barry white vai lá, agora se for um axé romântico a la Ivete Sangalo, para) e esfregar uma pluma no cara (nessa hora eu comecei a chorar de rir no consultório imaginando a situação de uma mulher tirando uma pluma rosa da gaveta e jogando no meu corpo).

Primeiro, pra precisar de “personal sex trainer” a mulher tem que ser uma coitada. A internet está ai pra isso, amigos mais íntimos também, não é tão difícil se inteirar sobre como se comportar na cama pra deixar um cara amarradão. E outra, o sexo tem quer ser algo que flui pelos amassos, não vai entrar no quarto, deixar o cara com cara de bobo enquanto esburrifa perfumes pelo ambiente. Muito menos tirar uma pluma do armário e ficar roçando no cara.

Eu não entendo como funciona a redação dessas revistas, por que a maioria das pessoas que escreve nelas são mulheres ou gays. E como uma mulher vai entender o que um cara gosta ou não?!? Os homens muitas vezes mentem ou omitem para agradar a parceira. Por exemplo, se eu saio com uma garota e ela tira um espanador e fica passando no meu pau eu vou segurar o riso, mas não vou criticá-la por que ela tentou inovar. Mas, o que acontece? Ela vai falar pra amiga dela “olha pega um espanador e fica passando no cara que eu fiz com meu casinho e ele gostou” (ok, o exemplo é exagerado, mas você entendeu).

Bom, não sou contra essas revistas. Mesmo por que elas não se limitam só a dar conselhos sexuais. Mas, toma cuidado nessa parte que envolve dicas de homens. Algumas coisas são interessantes, mas outras são um tiro no pé.


Achei interessante este post que li na internet e vou além disso:
Toda mulher pode e deve estar bem antenada, bem informada sobre quaisquer tipos e técnicas de maquiagem, combinações de roupas, estilos, cores e tudo isso faz parte do mundo moderno que vivemos onde as mulheres devem estar bem atuais, porque como todas sabem a concorrência é grande com as outras mulheres que também hoje chamam a atenção pela aparência.
Porém, o que eu devo dizer, é que algumas coisas realmente são pra lá de estranhas e coisas ainda que ao invéz de estas "dicas" despertarem mais tesão no seu homem, pelo contrário, o farão perguntar "da onde ela tirou isso?"..

Passei por isso em alguns dos meus namoros, algumas namorados eram leitoras assíduas de revistas femininas, onde lá tinham dicas de como acender seu namorado na cama e outras dicas de como lidar com seu namorado com algumas atitudes para que não o perca.

Algumas coisas são até bem engraçadas, termos e tipos de tratamento que estas revistas dizem às mulheres para terem com os homens.
Um deles é o famoso "dedinho no períneo"....
Eita coisa bem controversa isso, porque devido a algumas experiências com alguns homens que se mostraram bem mais acesos quando a mulher toca no bendito lugar.

Eu achei uma matéria sobre isso que coloca algumas opiniões de algumas pessoas sobre o assunto:

"Alguns sexólogos e terapeutas afirmam que o ponto G masculino fica na próstata, logo abaixo da bexiga, um pouco atrás dos testículos. Antes de sair por aí vasculhando as intimidades dos rapazes, é melhor entender como isso funciona. "Antes e durante o orgasmo, um músculo chamado pubococcígeo comprime a próstata, que é uma glândula muito sensível. É essa compressão que dá a sensação de prazer", explica o sexólogo Joaquim Guilherme de Castro. Mas como o G do ponto vem de Grafenberg, o médico alemão que – sabe-se lá como – o descobriu e não de "genérico", é preciso muito mais do que bússolas ou livros de anatomia para chegar até lá.

A arquiteta Joana Larin garante que tem experiência no assunto e que as teorias sobre a sensibilidade da tal região misteriosa estão testadas e comprovadas. "Um pouco atrás do saco, naquela região sem pêlos, existe mesmo um ponto, uma elevação, que deixa os homens malucos", assegura. Ela abre o jogo e conta o seu segredinho para fazer bom uso da descoberta. "Com uma das mãos, segura-se o pênis e com a outra, com os nós dos dedos médio e indicador, faz-se uma massagem circular, variando a velocidade e a pressão dos movimentos. É preciso um pouco de calma e treino para encontrar, mas rapidinho você tem a resposta de que está agradando", ensina, com toda categoria. Para Joaquim Guilherme de Castro, o caminho é esse mesmo: exercitar. "Não existe uma indicação exata, uma cartografia sexual para tocar esse ponto G masculino. As formas de estimulá-lo são muitas e é tudo uma questão de sensibilidade. Por isso, as mulheres são melhores nessa 'procura' do que os homens", afirma.

Mesmo assim, há quem diga que o know-how feminino no assunto ande lá um pouco defasado. "Tem muita mulher que se mete a fazer e não tem a menor idéia de onde está mexendo", reclama o empresário Júlio Coutinho. "Apesar de existirem muito mais homens que também não têm idéia do que fazer com o ponto G feminino", assume. O jornalista André Cavalcanti, que já experimentou o enlouquecedor poder de fogo da massagem estimulante, não poupa o seu entusiasmo. "Feito por quem sabe fazer, é maravilhoso! Se for na hora H, o orgasmo se prolonga por muito mais tempo. Mas é preciso ter a manha. Senão fica aquele dedo ali, apertando o períneo como se fosse uma campainha desesperada. Aí, é melhor não fazer nada porque, além de tudo, atrapalha", acredita."


Bom, exsitem de fato dezenas de pontos no homem que a mulher possa enlouquece-lo, mas com toda certeza antes de sair por ai colocando o dedinho no seu namorado, é necessário que vc saiba que ele gosta, porque senão ele pode acabar ficando muito chateado com isso.
Para nós homens, algumas coisas como esta acima, nem sempre são prazerosas, é preciso saber que ponto é que dá mais prazer no seu homem, antes de pegar coisas prontas no primeiro lugar que ler.
O que aconteceu comigo sobre isso?
Quando notei uma certa insistência nela em querer fazer isso, me toquei do se tratava e imediamente cortei essa possibilidade...

Então o que digo à vocês leitoras é que você é mulher e tem capacidade de descobrir por conta própria o que agrada seu homem, por isso cuidado com as dicas prontas de revistas, nem sempre são a solução para todos os homens.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Soy feminista Florence Thomas

Soy feminista
Florence Thomas

Nunca he declarado la guerra a los hombres; no declaro la guerra a nadie, cambio la vida: soy feminista. No soy ni amargada ni insatisfecha: me gusta el humor, la risa, pero sé también compartir los duelos de las miles de mujeres víctimas de violencia: soy feminista.

Me gusta con locura la libertad más no el libertinaje: soy feminista. No soy pro-abortista, soy pro-opción porque conozco a las mujeres y creo en su enorme responsabilidad: soy feminista. No soy lesbiana, y si lo fuera ¿cuál sería el problema? Soy feminista. Sí, soy feminista porque no quiero morir indignada. Soy feminista y defenderé hasta donde puedo hacerlo a las mujeres, a su derecho a una vida libre de violencias.

Soy feminista porque creo que hoy día el feminismo representa uno de los últimos humanismos en esta tierra desolada y porque he apostado a un mundo mixto hecho de hombres y mujeres que no tienen la misma manera de habitar el mundo, de interpretarlo y de actuar sobre él.

Soy feminista porque me gusta provocar debates desde donde puedo hacerlo. Soy feminista para mover ideas y poner a circular conceptos; para deconstruir viejos discursos y narrativas, para desmontar mitos y estereotipos, derrumbar roles prescritos e imaginarios prestados.

Soy feminista para defender también a los sujetos inesperados y su reconocimiento como sujetos de derecho, para gays, lesbianas y transgeneristas, para ancianos y ancianas, para niños y niñas, para indígenas y negritudes y para todas las mujeres que no quieren parir un solo hijo más para la guerra.

Soy feminista y escribo para las mujeres que no tienen voces, para todas las mujeres, desde sus incontestables semejanzas y sus evidentes diferencias.

Soy feminista porque el feminismo es un movimiento que me permite pensar también en nuestras hermanas afganas, ruandesas, croatas, iraníes, que me permite pensar en las niñas africanas cuyo clítoris ha sido extirpado, en todas las mujeres que son obligadas a cubrirse de velos, en todas las mujeres del mundo maltratadas, víctimas de abusos, violadas y en todas las que han pagado con su vida esta peste mundial llamada misoginia.

Sí, soy feminista para que podamos oír otras voces, para aprender a escribir el guión humano desde la complejidad, la diversidad y la pluralidad.

Soy feminista para mover la razón e impedir que se fosilice en un discurso estéril al amor. Soy feminista para reconciliar razón y emoción y participar humildemente en la construcción de sujetos sentipensantes como los llama Eduardo Galeano.

Soy feminista y defiendo una epistemología que acepte la complejidad, las ambigüedades, las incertidumbres y la sospecha. Sé hoy que no existe verdad única, Historia con H mayúscula, ni Sujeto universal. Existen verdades, relatos y contingencias; existen, al lado de la historia oficial tradicionalmente escrita por los hombres, historias no oficiales, historias de las vidas privadas, historias de vida que nos enseñan tanto sobre la otra cara del mundo, tal vez su cara más humana.

En fin soy feminista tratando de atravesar críticamente una moral patriarcal de las exclusiones, de los exilios, de las orfandades y de las guerras, una moral que nos gobierna desde hace siglos. Trato de ser feminista en el contexto de una modernidad que cumple por fin sus promesas para todos y todas. Como dice Gilles Deleuze “siempre se escribe para dar vida, para liberarla cuando se encuentra prisionera, para trazar líneas de huida”.


Sí, trato de trazar para las mujeres de este país líneas de huida que pasen por la utopía. Porque creo que un día existirá en el mundo entero un lugar para las mujeres, para sus palabras, sus voces, sus reivindicaciones, sus desequilibrios, sus desórdenes, sus afirmaciones en cuanto seres equivalentes políticamente a los hombres y diferentes existencialmente.

Un día, no muy lejano, espero, dejaremos de atraer e inquietar a los hombres; dejaremos de escindirnos en madres o putas, en Marías o Evas, imágenes que alimentaron durante siglos los imaginarios patriarcales; habremos aprendido a realizar alianzas entre lo que representa María y lo que significa Eva.

Habremos aprendido a ser mujeres, simplemente mujeres. Ni santas, ni brujas; ni putas, ni vírgenes; ni sumisas, ni histéricas, sino mujeres, resignificando ese concepto, llenándolo de múltiples contenidos capaces de reflejar novedosas prácticas de sí que nuestra revolución nos entregó; mujeres que no necesiten más ni amos, ni maridos, sino nuevos compañeros dispuestos a intentar reconciliarse con ellas desde el reconocimiento imprescindible de la soledad y la necesidad imperiosa del amor.

Por esto repito tantas veces que ser mujer hoy es romper con los viejos modelos esperados para nosotras, es no reconocerse en lo ya pensado para nosotras, es extraviarse como lo expresaba tan bellamente esta feminista italiana Alessandra Bocchetti. Sí, no reconocerse en lo ya pensado para nosotras.

Por esto soy una extraviada, soy feminista. Y lo soy con el derecho también a equivocarme.


Para não ficar nem de um lado nem puxando para o outro, se quizerem fiquem a vontade para comentar.

Eles são as vitimas?!?!?!?!

O entrevistado da revista Época Warren Farrel , um dos icones do movimento feminista nos anos 70, escreveu um livro nos EUA que vem de contra-posição a tudo aquilo que acreditávamos, falo da cultura nossa que perdura há séculos sobre a mulher sexo frágil.
Neste livro ele fala, e para a revista Época também, sobre o fato da reviravolta do movimento feminista, e o porquê ele decidiu se voltar contra ele, digamos assim.


Eu deixo em aberto para que, quem passar por aqui e ler a matéria, comentasse sobre isso, mas já adianto que ele já causou revolta até nas antigas amigas dele, por se tratar de um assunto que tem a ver com o sexismo, ou seja, machismo e feminismo, que realmente causa uma grande polêmica esse assunto entre homens e mulheres.

Nâo deixarei minha visão sobre esta matéria, até para não colocar-me nem de um lado, nem de outro.

Segue a entrevista:
Escritor americano diz que os homens ficaram fragilizados com a revolução feminista e agora precisam de proteção das leis
O americano Warren Farrell era um destacado militante masculino da onda feminista que atravessou os anos 70. Foi o único homem eleito três vezes para o quadro de diretores da Organização Nacional das Mulheres (NOW), em Nova York, uma das matrizes do movimento. Hoje se tornou uma pedra no sapato do mulherio engajado. Já no início dos anos 80, lançou a denúncia de que a guerra dos sexos converteu o masculino num gênero cabisbaixo. "Os homens têm menos opções na vida que as mulheres. E ainda morrem mais cedo", resume. Suas declarações provocaram reações iradas das antigas companheiras de luta, como Betty Friedan. Polêmico e radical, o ex-feminista conquistou espaço entre os articulistas do The New York Times. Professor da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia e da Escola de Psicólogos Profissionais, formou mais de 600 grupos terapêuticos de homens no país. Seus livros venderam 1,5 milhão de cópias. O maior sucesso, Por Que os Homens São Como São, foi publicado em 50 países, inclusive no Brasil, pela Editora Record. Em sua obra mais recente, Father and Child Reunion, ainda inédita no país, Farrell analisa o relacionamento entre pai e filhos.

ÉPOCA – Qual foi o impacto do movimento feminista na vida de homens e mulheres?
Warren Farrell – As mulheres conseguiram vitórias maravilhosas. Têm mais oportunidades profissionais, assumiram o papel de líderes, ganharam mais espaço na universidade. Podem explorar seus talentos e potenciais. Já os homens tiveram ganhos e perdas. O lado bom é que eles passaram a se relacionar com uma mulher mais feliz e independente. Sabem que as mulheres não fazem sexo só para satisfazê-los, também estão interessadas no próprio prazer. Isso enche seu ego. Eles também não precisam garantir toda a renda familiar.

ÉPOCA – E o impacto negativo?
Farrell – Os homens estão em situação de inferioridade. Uma mulher casada e com filhos pequenos tem três opções: trabalhar em tempo integral, apenas cuidar das crianças ou encontrar uma combinação das duas coisas. As opções do homem são as seguintes: trabalhar, trabalhar e trabalhar. As expectativas para eles ficaram ainda mais rígidas que antigamente. Ainda devem ganhar dinheiro e prover a família. Também são cobrados a demonstrar afeto e participar da educação dos filhos. Isso é ótimo, mas as coisas se excluem. Para ganhar dinheiro, eles são absorvidos pelo emprego e se afastam da família. Ficam angustiados.

ÉPOCA – Os homens realmente desejam ficar mais com a família?
Farrell – Sim, mas, além da falta de tempo, eles enfrentam preconceitos. No divórcio, a mulher fica com as crianças e, geralmente, com a casa. Nos Estados Unidos, elas têm a opção de receber ajuda financeira ou assistência do governo como uma espécie de marido substituto. Os homens não têm essas opções. Uma americana grávida pode escolher entre abortar ou processar o pai da criança para ganhar apoio financeiro. Em muitos Estados, a mulher pode ter o bebê sem informar o pai. Pode criar o filho com outro homem e, depois, entrar na Justiça exigindo dinheiro para uma criança cuja existência o pai desconhecia.

ÉPOCA – Mas essas leis são criadas e mantidas por autoridades majoritariamente masculinas. Por que perpetuariam essa situação se fosse uma injustiça contra os homens?
Farrell – Falta de consciência. O movimento feminista ajudou as mulheres a descobrir como eram tolhidas pelos papéis sexuais que elas mesmas reforçavam. Do mesmo modo, precisamos acordar para as limitações que nós, homens, nos impomos.

ÉPOCA – A liberação das mulheres não aliviou o fardo dos homens?
Farrell – Não exatamente. Nossas filhas têm a opção de pedir o namorado em casamento e tomar iniciativas sexuais. Nossos filhos têm a responsabilidade de fazer isso. As garotas de hoje podem pagar o jantar ou a bebida. Os garotos têm isso como obrigação. Uma noiva pode até comprar os anéis de noivado. Mas espera-se que o noivo o faça. A dinâmica conservadora é a mesma. Os homens continuam competindo para ser os melhores protetores das mulheres. Elas ainda disputam o melhor protetor.

ÉPOCA – Se os homens são tão oprimidos, por que não brigam por seus direitos?
Farrell – Nenhum dos gêneros é oprimido. Ambos têm responsabilidades, que às vezes são pesadas. No passado, isso era pior. Nossos pais lutavam pela sobrevivência da família e tinham apenas obrigações. Quem conseguia escapar dessa sina era uma minoria com dinheiro sobrando no bolso. O feminismo surgiu nesse grupo privilegiado.

ÉPOCA – Como assim?
Farrell – Nos anos 60, muitas mulheres das classes média e alta, que haviam se casado com homens bem-sucedidos e provedores, passaram a se sentir oprimidas. Queriam mais poder na família, chance de trabalhar e liberdade sexual – mas não eram compreendidas pelo marido. Não é para menos. Afinal, os companheiros haviam sido selecionados por elas pela habilidade em ganhar dinheiro, não por se comunicar bem ou garantir-lhes liberdade. A insatisfação levou ao divórcio, muitas dessas mulheres foram cuidar dos filhos sozinhas e ficaram com raiva dos homens, que não podiam satisfazer suas expectativas elevadas. O movimento feminista despontou politizando essa raiva, batizando-a de opressão da mulher. Chamou-se isso de guerra dos sexos. Mas os homens estavam apavorados, tentando se esconder e torcendo para não ser atingidos. As feministas não viram a dinâmica completa da sociedade.

ÉPOCA – Por que o senhor rompeu com as feministas?
Farrell – Continuo defensor ardoroso de um movimento que busca expandir direitos. No entanto, eu me oponho aos grupos que fazem do homem um inimigo, que divulgam falsas estatísticas para repisar a idéia de uma sociedade dominada por machos e projetada para oprimir as mulheres. Os homens precisam descobrir o que está por trás do poder atribuído a eles. Esse poder, na prática, tem muito a ver com a obrigação que temos de ganhar o dinheiro que um dia nossas viúvas vão gastar.

ÉPOCA – O que impede os homens de se defender?
Farrell – Se um homem quer ser bem-sucedido, aprende que é preciso reprimir os sentimentos. A pressão é enorme. Os pais querem filhos bem-sucedidos. As mulheres querem maridos bem-sucedidos. Se um homem escolhe virar um ator ou músico, e não consegue se sustentar, perde a mulher, os filhos, o amor dos pais e o apreço de todos. Por isso, a possibilidade de o homem cometer suicídio após o divórcio é dez vezes maior que a de sua ex-companheira. Quando uma mulher pede ajuda, descobre quem está disposto a salvá-la. Mas, se o homem pedir socorro, a mulher o abandonará.

ÉPOCA – As mulheres impedem que os homens manifestem seus sentimentos?
Farrell – Não exatamente. Os homens precisam assumir a responsabilidade de expressar o que sentem. Quando as mulheres começarem a escolher homens realmente capazes de expor suas vulnerabilidades, aí, sim, eles passarão a se abrir mais. Os homens dependem das mulheres emocional e sexualmente. Fecham-se quando percebem que o ambiente não é seguro para seus sentimentos mais íntimos.

ÉPOCA – Em 1920, a expectativa de vida dos homens era um ano menor que a das mulheres. Hoje a diferença aumentou para sete anos. Isso é grave?
Farrell – No início do século, a maioria das mortes era causada por doenças infecciosas e problemas de saúde pública que afetavam ambos os sexos. Desde então, a mortalidade passou a ser cada vez mais influenciada por fatores de estresse. Aumentou o número de mortes por câncer e doenças cardíacas. Quase todas as revistas femininas e órgãos governamentais ajudam as mulheres a cuidar da saúde, oferecendo-lhes apoio. As revistas masculinas e o governo não fazem nada disso para os homens. Na verdade, os homens precisam até de mais apoio que as mulheres, porque aprenderam desde sempre a ser heróis e também a ser descartáveis, seja na guerra, seja no trabalho. Precisam aprender que sua maior fraqueza é a fachada de força, enquanto a grande força das mulheres é a sua aparente fragilidade.

ÉPOCA – Por que os homens precisariam de proteção?
Farrell – A proporção de mulheres em universidades americanas se expandiu. Enquanto isso, entre os rapazes são mais altos os índices de desistência no meio do curso. No colégio, os garotos vão pior em todas as matérias, com exceção de matemática. Por que ninguém defende uma ação afirmativa que compense as chances menores dos homens na educação? Eles estão pior em qualquer avaliação social ou psicológica. As mortes por câncer de próstata são equivalentes às causadas por câncer de mama. Mas há sete vezes mais financiamento para pesquisas de câncer de mama.


segunda-feira, 14 de julho de 2008

A relação fora dos padrões de idade, segurança emocional ou financeira?

Este tema é muito controverso, sempre vejo pessoas discutindo sobre isso ao ver situações onde existe um clara e enorme diferença de idade entre o homem e a mulher.
Quem aqui nunca viu um homem já com seus 55 ou 60 anos com mulheres jovens de 25 ou 30 anos?
Aposto que todos já presenciaram isso, e por mais que tenhamos nossa mente mais aberta contra estes tipos de preconceitos, com toda certeza já passou pelo nossa cabeça a seguinte pergunta:
"- Nossa, o que uma mulher jovem e bonita faz ao lado de um homem com o dobro de sua idade? será que ela está ao lado dele por qual motivo? será que é financeiro ou porque ela se sente mais garantida e segura que uma relação com um homem mais maduro é uma relação mais estável?"
Eu mesmo me fiz esta pergunta ao ver na TV uma entrevista com a apresentadora do Fantástico Patricia Poeta; uma mulher linda, jovem e ao lado de um homem que tem praticamente o dobro de sua idade.
Vejo outros homens famosos, e outros não tão famosos ao lado de mulheres jovens e às vezes me pergunto:
"-Da onde se originou o interesse nessa relação? será que foi ele quem a conquistou ou foi ela quem decidiu investir em uma relação fora dos padrões de idade?"

Agora, colocando em pauta os porquês dessa questão, praticamente podemos limitar a duas alternativas e que as considero mais tocantes neste assunto:
A segurança emocional ou a segurança financeira?
Tanto uma como a outra tem sua importância e suas diferenças, porque não dizer, diferenças enormes.
A segurança emocional:
Sabemos que mulheres têm momentos diferentes em sua vida, e dependendo de cada momento é o tipo de relação que ela escolhe para entrar.
Uma mulher pode tranquilamente por diversos motivos decidir que está na hora de ela começar a levar uma relação mais porque não dizer, mais madura, mais adulta e mais responsável, seja os motivos de carência afetiva, seja porque já "cansou" de "aprontar", seja porque vê no homem uma segurança emocional diante do mundo em que vive, seja por uma proteção contra o medo de não ficar sozinha a hora que precise, seja porque quer ser mãe e quer uma tranquilidade e uma presença maior e mais responsável do pai, seja porque já passou maus bocados nas mãos de homens mais jovens e que apenas queriam sexo.
Então são diversos motivos que podem levar uma mulher a escolher entrar neste tipo de relação.

Homens mais velhos têm uma tendência maior em querer uma companhia e uma mulher realmente para compartilharem certas coisas, ou coisas que conquistaram, muitas vezes a presença de uma mulher bem mais jovem motiva muito mais a este homem a continuar aproveitando a vida, outros querem para experimentar e provar da beleza da mulher mais jovem. então são alguns motivos que levam a este homem a querer se relacionar com mulheres mais jovens.

A segurança financeira:
Esta não é menos importante que a outra, haja visto que o mundo hoje está cada vez mais competitivo e hoje se pode com dinheiro gozar de uma condição de vida melhor, maior conforto, maior probabilidade de curtir melhor a vida, com viagens, conhecer lugares diferentes, poder dar um melhor nível de estudos a seus filhos (se ela já os tiver pequenos inclusive), poder vestir-se melhor, dar até uma vida melhor a sua família (mãe e pai), seja pelo fato de se ficar doente, poderá ter um melhor cuidado com um bom plano de saúde,seja pelo fato de poder até mostrar para amigas que conseguiu uma vida melhor que a que tinha em casa, seja pelo fato de que homens mais jovens normalmente não têm uma estrutura financeira igual ao mais velho, porque ainda estão iniciando suas conquistas financeiras, muitos ainda sequer têm um carro por exemplo, e tudo isso é um fator que conta para esta escolha.
Então são também diversos motivos que podem levar a uma mulher a relacionar-se com este tipo de homem.

Lembrando que nem todo homem mais velho é rico ou tem boa situação financeira, porém estou falando sistemáticamente deste tipo de homem mais maduro com boa situação financeira.

Agora a grande pergunta é:
Qual na sua opinião pesa mais: a segurança financeira ou emocional da mulher?
E na opinião particular das mulheres que estão lendo, e até dos homens: a mulher que sacrifica seus gostos e preferências investindo em uma relação fora dos padrões de idade e até beleza, porque não dizer, pensa muito mais com a razão em seu futuro e de seus filhos sendo assim uma mulher mais inteligente porque não age tanto com o coração ou na opinião de vcs são mulheres que podem ser consideradas mais acomodadas porque já querem um parceiro que possa suprir sozinho suas necessidades?

domingo, 6 de julho de 2008

Amor não correspondido, tem jeito?

Primeiro tenho que salientar o que seja relações unilaterais, depois falarei sobre o porque de elas existirem e também de não darem certo.A maioria das pessoas modernas hoje apesar da melhora em todos os sentidos pela modernidade, mais conforto, mais lazer, diversão, nos relacionamentos, mais liberdade, sexo no primeiro encontro sem necessidade de assumir compromisso com o parceiro ou a parceira, poder terminar qualquer relacionamento que não estiver boa a qualquer momento, não ter mais a necessidade de se manter virgem para ter um relacionamento futuro, não precisar mais continuar um casamento se este não estiver lhe satisfazendo, podendo separar-se a qualquer momento, enfim, foram várias as novidades e porque não dizer melhorias, como muitos assim entendem; Mas apesar de tudo isso, as pessoas modernas têm estranhamente tido por parte de mulheres e de homens muitas reclamações e críticas tanto sobre o comportamento dos homens como o das mulheres nas relações modernas, apesar de todos os avanços.

Se eu disser aqui que um dos dois grupos está mais “certo” que o outro, eu estou mentindo ou sendo arbitrário. Tanto um grupo como o outro, têm suas críticas baseadas realmente em argumentos reais e que têm sentindo muitos destes argumentos, tanto de mulheres como de homens.Por ser homem, eu poderia tomar partido apenas das críticas dos homens, mas se eu fizesse isso seria bem parcial.Bom, voltando então ao assunto principal, devo dizer que a maioria das críticas que tenho visto tanto de homens como de mulheres se resume a uma coisa, que tanto um sexo como o outro, é o principal defeito ou vício que faz com que estas reclamações existam, e que elas tenham fundamento:- o Egoísmo.

Tanto homens quanto mulheres modernos têm depois de não haver mais necessidade de oficializar mais nada, cada um tem puxado muito para somente o seu lado, sempre as queixas e motivos de terminar qualquer relação ou mesmo levar qualquer relação baseadas em uma coisa simples: - O meu bem estar, o meu querer e a minha satisfação na relação.Então baseado neste pensamento, o bem estar de ambos, o querer dos dois e a satisfação mútua são deixados de lado.

As mulheres reclamam que são os homens quem são assim, e os homens dizem que são as mulheres.Vou colocar as duas situações para que vocês leitores analisem e tirem suas conclusões:(Falei uma vez isso e vou comentar de novo)Quando se pergunta a uma moça ou mulher moderna, o que é necessário para que ela namore alguém ou queira começar alguma coisa, a resposta é:“-É necessário que eu goste dele.” (ponto final)Mas como assim?“-É isso mesmo, é necessário que eu goste dele e pronto, só isso, que ele me agrade”.Então, ela pouco está se importando se o cara também a quer para alguma relação. Às vezes a arma usada é o sexo para forçar o cara a ficar com ela.

Mas como nós sabemos que ninguém gosta de ninguém em retribuição, ou seja, não adianta você morrer de amor por alguém, se este alguém nem mesmo notou você, ou deu a você alguma importância para que você sinta que esta pessoa também tem interesse em você, seja tempo, carinho ou atenção.Resultado: Você acaba “morrendo de amor” por um cara que você vai ter que lutar para que ele pelo menos converse com você, ou pelo menos demonstre o mesmo sentimento.

Ex: Quem aqui (mulher) nunca se apaixonou por aquele carinha do teu colégio, que sequer te olhava e você fazia tudo para que ele te notasse.Tirando fora a idade e as atitudes que você usava naquela época, a situação é a mesma, porque você está lutando para que alguém te goste, e essa coisa de gostar é bem engraçada, porque não é necessário que você se esforce para colocar este sentimento nele, isso sempre acontece naturalmente, mas mesmo assim continuo vendo mulheres que vivem tentando mudar até aquele carinha que ficou com ela em uma balada, ou na faculdade, que apenas para ele rolou e nada mais, mas na cabeça dela, ela quer porque quer, faze-lo ver que “ela é a mulher da vida dele”. Quem aqui nunca viu aquela moça que faz de tudo pra se comunicar com o carinha que deu “uns pegas nela” e desapareceu, liga, manda recado pelos amigos, procura freqüentar o lugar onde ele está, e se ele não estiver, ela pergunta a seus amigos, fica aquela coisa chata até para o cara que só “deu uns pegas” e caiu fora.


Outras ficam insistindo em cima do carinha da faculdade que é mais “popular”, apenas para mostrar para as outras que ela é quem está com ele. Algo mais para erguer sua estima lá cima do que porque ela realmente tenha afinidade com ele. A situação comum neste caso é aquela onde o cara é o popular da escola, porque ou joga basquete no time da escola e é o melhor do time, ou ele é aquele cara que promove as festinhas ou então é o cara que é tido pelo mais bonito, que sempre “pega” as mais gatinhas do colégio, e todas as outras querem ficar com ele para dizer apenas “estou com o cara mais famoso da escola”, “consegui”, “ganhei”.Então estas escolhas têm sido muito egoístas e unilaterais, só existe sentimento de um lado. Rotulam como “homem difícil dá mais emoção, porque tudo que é fácil vai fácil”.

Sei lá, pode até ser mesmo, mas é perda de tempo tentar fazer alguém gostar de você, se esta pessoa ou nem te nota na faculdade ou aquele vizinho “visado” pelas outras, que você morre de vontade de ficar com ele, mas ele já deixou claro que não te quer, realmente o que vai acontecer, é que ou você vai ter que dividi-lo com outras, sendo no caso a “namorada-lanchinho” se acostumando a “levar chifre” e útil nas horas de “solidão” ou vai acabar se cansando e caindo fora. Mas o resultado de uma escolha egoísta é essa.Essa namorada-lanchinho, acredito que todos já a tenham visto, é aquela que acha que está por cima, mas o cara só a quer para dar uns pegas de vez em quando, o cara fica com dezenas de outras moças, mas quando ta sozinho e quer sexo free, ele liga pra ela, e ela fica “doida de contente”...(notem que estou falando daquele cara que sequer te da bola. Se você luta por alguém que te dá atenção, que conversa com você, aí é outra coisa. Lutar pelo que se quer é muito bom, e mulheres que lutam por alguém são para mim mulheres corajosas e que sabem o que querem, mas tem que ser uma luta inteligente).E do lado dos homens a coisa também acaba sendo parecida, porque há homens que querem uma namorada como troféu, aquela namorada que os outros vão ficar com inveja, eles sequer tem alguma afinidade, um não tem nada a ver com o outro, mas mesmo assim, ele insiste naquilo para manter o status de que “namora com ELA”.

Aí neste caso passa a ser problemático porque ele só está com ela, ou porque ela é “gatinha”, bonita e ele quer manter sempre as aparências, ou seja, é um bem de consumo para ele, a mulher passa a ser meio que “domada”, ele não a quer perder de jeito nenhum, mas não porque ele gosta dela, só para que mantenha ela como posse. Sequer se preocupa como estejam as coisas, procura apenas “nutri-la” com presentinhos, como se estivesse lidando com um cachorro, que coloca sempre comida no pratinho para que ele continue por perto.

Este caso, alguém já deve ter notado a situação onde a mulher claramente quer cair fora, fala para as amigas que não agüenta mais ficar com ele, mas só fica porque se acostumou, então se ela diz que quer terminar, ele fica doido, e pra mantê-la junto, vai à loja mais próxima e compra um celular novo pra ela. O chato é se ela também acaba gostando dos “agrados” daí fica com ele mesmo que não estejam legais as coisas. Porém, se ela não gosta e acaba querendo partir para outra, este tipo de homem, acaba sufocando-a para que ela continue mesmo por obrigação.Também tem aquele caso onde o cara quer porque quer ficar com a moça da qual ele viu, achou bonitinha, e vive atrás dela, e ela também não o quer.

Ele vive insistindo, com as amigas dela, falando sobre ela, perguntando coisas, querendo saber como agrada-la, passando na frente da sua casa, tentando esbarrar com ela, descobrindo os lugares onde ela vai, para acabar indo também “topar” com ela, ou seja, o cara se apaixona sem sequer ter tido nada com ela. Daí se um dia ele consegue, ela o faz de gato e sapato, pisa, diz para ele que “ou é do jeito dela, ou ela cai fora”, ele acaba fazendo tudo o que ela quer para não “perde-la”, e ela é claro, se aproveita da situação.Alguém já deve ter visto casos onde a namorada ou a mulher que é bonita, manda e desmanda no cara, se o cara disser que não vai, ela ameaça fazer algo, e ele se sente na obrigação de fazer. Ao escolher um lugar para sair, é ela quem escolhe, o tipo de filme na locadora, é ela quem escolhe, o presente dela é ela quem escolhe, ela controla até as amizades do cara.

Então o que vejo é que o egoísmo tanto da parte das mulheres, como de nós homens, é o responsável pelas relações unilaterais.Já vi algumas dizerem:“- Mas porque eu vou me preocupar se o cara gosta de mim ou não, uma hora vai acabar mesmo, então já que vai acabar mesmo, o importante é EU aproveitar, ficar com alguém que EU goste, que EU ache legal, que EU sinta algo por ele, o importante é EU ser feliz, EU estar satisfeita.”O que eu digo disso? Digo que é um sintoma claro de egoísmo, e que pessoas assim sempre comerão migalhas de carinho e atenção e sempre terão de correr atrás do vento e a chance de não dar certo com ninguém é grande.


Uma pessoa que se gosta e se valoriza quer alguém para uma relação que demonstre algo por ela, se ela se gosta, ela quer alguém que goste dela, Não digo que é um erro sair com alguém que vc sabe que não sente nada por vc, o erro é vc tentar mudar esta pessoa, fazendo-a de todas as formas gostar de vc, “uns pegas” apenas neste caso não fazem mal a ninguém. E na sua opinião, o que faz com que uma pessoa busque sempre o amor em alguém que não lhe corresponda? E sobre o fato de tentar mudar, vcs ja viram alguém que conseguiu "implantar" o amor na outra pessoa por ela? E ainda:Há alguma forma de uma pessoa conseguir através de atitudes ou atos fazer com que desperte o amor ou interesse de alguém por ela?